terça-feira, 25 de outubro de 2011

Descobri

E eu descobri que aqueles que mais insistem em dizer que te odeiam,
São aqueles que lá no fundo do peito, são os que mais te amam.

E descobri, que não importa à quantos mil passos rápidos você ande,
Chegará no mesmo lugar daqueles que deram um passo pensado de cada vez.

Descobri que aqueles que estão sempre com um sorriso no rosto,
Estão também com um aperto no peito, e que o sorriso é só uma linda máscara.

Também descobri, que seus amigos mais sinceros, 
Nada mais são do que uma amostra de Deus de como será seu paraíso.

Mas o que mais me dói em ter descoberto,
É que tudo aquilo, e todas aquelas pessoas que faziam seu mundo melhor e de você uma pessoa melhor,
Nem sempre são valorizados com o devido respeito e amor.
E que você só percebe a falta que lhe fazem,
Quando seu "mundo melhor", fica totalmente sem cor.

sábado, 15 de outubro de 2011

O Teu Olhar

Ah... Esse teu olhar...
Ele me diz muito mais do que tuas palavras.
E o que ele me diz, também é muito mais sincero.
Conversar com ele é como poder tocar as verdades do teu coração.
Pena que você, não deixe-o se expressar,
Prefere palavras que vão ao seu inverso.
Esse talvez seja o motivo dele estar meio cabisbaixo ultimamente.
Pois toda a vez que eu o olhe, ele muda de direção,
Tal como alguém que fosse reprimido.
Mas mesmo assim, pelo que fala-me teu olhar,
Eu ainda não  desisti de te alcançar.

domingo, 9 de outubro de 2011

Teu Sorriso

Esse teu jeito de demonstrar alegria,
Já se tornou algo fundamental no meu dia.

Não posso mais viver sem teu sorriso,
É com ele que eu tenho a sensação de dever cumprido.
Todas as coisas que faço, são pensando nele.
Ele me move a estar sempre com algo divertido na ponta da língua,
Até no meu momento mais triste, te fazer sorrir
Alegra meu dia.

E de tal forma,
Como se eu estivesse em um paraíso
Você a minha vida transforma
Pelo simples fato de esboçar um sorriso.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Borboleta, Rosa e a Ovelha

Parado, num verde campo
Três seres me despertavam a atenção:
Uma borboleta, uma rosa e uma ovelha.
Todos eles pareciam estar sozinhos naquele instante
Sem ninguém que os compreendesse.
Vagando sozinhos e perdidamente.

A borboleta, tão linda e misteriosa
Contrastava com a beleza da rosa,
Que além de linda,
Seu perfume realçava a delicadeza da singela ovelha.

Essa mesma ovelha, parecia querer chamar a atenção da borboleta e da rosa.
Que por sua vez, não estavam dando bola para pobre a ovelha.
Só estavam interessadas no verde campo,
Nem ao menos uma na outra.

Então, a reprimida ovelha,
Sendo a  mais forte dos ali presentes, decidiu vingar-se.
Com sua delicadeza, que agora acompanhada por um pingo de crueldade,
Resolveu comer a borboleta e a rosa.

Feito o plano,
A ovelha correu, correu e correu
Atrás da borboleta, que voava rapidamente para o sul.
E a rosa só observava.
Só com suas pequenas asas, a borboleta não conseguiu escapar.
Foi comida até a ultima asa pela cruel ovelha,
Que agora visava a observadora rosa.

A rosa não se movia, 
Talvez por que não pudesse, talvez por que não precisasse.
Mesmo assim, a ovelha à abocanhou, e a rosa morreu.

O triste fim de dois belos seres
Só não foi pior do que o da burra ovelha,
Que tomada por vingança, tocada pela rejeição,
Esqueceu dos espinhos da rosa.
E ali,  a ovelha morreu mesmo antes da tosa.